Capacitação do NEPRE fortalece articulação da rede de proteção em São João do Oeste
A programação envolveu conselheiros tutelares e gestores das redes municipal e estadual de ensino

O auditório da Prefeitura de São João do Oeste sediou, na manhã desta sexta-feira, dia 14, uma capacitação voltada ao fortalecimento da rede de proteção de crianças e adolescentes. A programação envolveu conselheiros tutelares e gestores das redes municipal e estadual de ensino.
A capacitação foi contratada pelo município para atender os conselheiros tutelares. Visando um melhor aproveitamento dos conteúdos, a iniciativa também contemplou as gestões escolares das redes municipal e estadual.
A atividade contou com a participação da 31ª Coordenadoria Regional de Educação de Itapiranga (31ª CRE), por meio da Política do NEPRE — Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola.
A formação foi conduzida pela assistente social Taíse Maria Bortouzzi Piasecki, convidada pelo CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente). Também participaram a coordenadora do NEPRE da 31ª CRE, Mariane Jungbluth Fiorentin, e a equipe multiprofissional, formada pelas psicólogas Luiza Carla Eich e Djenifer Chigenoski Welter e pelo assistente social Selvio Vogt.
Conforme a diretora de Assistência Social, Sônia Spaniol Theisen, o encontro foi importante para esclarecer as responsabilidades e os limites de cada setor, além de fortalecer a comunicação e a atuação conjunta da rede de proteção.
A coordenadora pedagógica, Teresinha Staub, destaca que a capacitação permitiu compartilhar informações e esclarecer dúvidas relacionadas ao atendimento de crianças e adolescentes em diferentes situações.
Entre os assuntos abordados estiveram o acolhimento, os registros de ocorrências, a comunicação com as famílias, o acompanhamento dos casos e os encaminhamentos necessários.
A proposta também reforçou a importância de definir canais de comunicação claros entre escolas, Conselho Tutelar e demais integrantes da rede. A integração contribui para evitar desencontros, duplicidade de esforços e falhas na troca de informações.
Para Sônia e Teresinha, a escola e o Conselho Tutelar possuem responsabilidades específicas, mas precisam atuar de forma articulada para garantir maior assertividade nas decisões e, principalmente, a proteção integral e o bem-estar de crianças e adolescentes.
Fonte e fotos: Ascom Prefeitura






















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